Tal infeliz episódio, certamente, pode ser atribuído à falta de interesse dos estadunidenses do norte para com tudo que não se refira diretamente a si próprios ou interfira em seu “american way of life”.
Hoje, em plena corrida à sucessão presidencial, a candidata “chapa branca” Dilma Roussef, mostrou o quanto conhece do País que quer governar, o adjetivo pode referir-se, também, a sua virgindade junto às urnas, visto que nunca se submeteu ao crivo de qualquer disputa eleitoral.
Em entrevista publicada em seu próprio site na internet, comentando o clássico de nossa literatura “Vidas Secas”, Dilma disse que o livro mostra as razões que levam as pessoas a sair do “Nordeste pro Brasil”.
Uma pessoa tenta se mostrar preparada para dirigir nossas vidas, somente consegue exibir seus preconceitos e seu desconhecimento acerca do sofrimento e das mazelas dos brasileiros.
Seus discursos foram por água abaixo, visto que sempre buscaram classificar o candidato José Serra como dos sulistas e pregar uma divisão de nossa Nação em duas, mas com o claro fim de se beneficiar dos votos do Nordeste, em razão da identificação da população desta região com Lula.
Pouco a pouco, Dilma vai mostrando sua cara, a de uma candidata elitista, fabricada em laboratório e que não conhece o Brasil Real e o sofrimento de seu Povo.
Serra, no lançamento de sua candidatura, pregou um discurso de união nacional, já Dilma exclui o Nordeste do Brasil.
A candidata lembra em muito o refrão do personagem Justo Veríssimo de Chico Anysio, que satirizava alguns políticos, que em seu bordão dizia “Do povo eu quero duas coisas: o voto e distância”. Dilma também só pensa nos votos do Nordeste...
