O Brasil vai bem, obrigado. O desemprego é um dos mais baixos da história recente. O salário mínimo está recuperando o valor de compra. Milhões de brasileiros deixaram a pobreza nos últimos anos. E o Brasil passou quase incólume pela crise financeira internacional que, em 2008, foi um tsunami no mundo. Devemos crescer até 7% este ano.
Só que, ao contrário do que apregoa o PT, nada disso se deve a Lula.
Ele só está surfando em cima da herança bendita que recebeu de Fernando Henrique e da qual se apossou sem pagar direitos autorais.
Lula encontrou o Brasil com a economia saneada pelo Plano Real que, em 1994, quebrou a espinha dorsal da hiperinflação.
A inclusão social começou aí. A hiperinflação era o imposto mais cruel que caía sobre os pobres e os trabalhadores que, até então, viam cada vez mais dias sobrarem ao final dos seus salários.
Lula e o PT ficaram contra o Plano Real, mesmo sabendo que ele era aprovado pelos brasileiros que elegeram FHC, já no primeiro turno, em 94 e 98.
FHC criou a Rede de Proteção Social que desenvolveu cinco programas sociais, entre outros: o bolsa-escola, o bolsa-alimentação (iniciativa de Serra quando ministro da Saúde), o vale-gás, o programa de erradicação do trabalho infantil e o programa para jovens em situação de risco.
Em 2002, essa rede beneficiava 37,6 milhões de brasileiros, com investimento de R$ 30 bilhões.
Lula pegou esses cinco programas sociais e os juntou num só, “inventando” o Bolsa Família, sem pagar direitos autorais, de novo.
Contra o voto do PT, FHC criou o Fundef, que colocou 97% das crianças entre 7 e 14 anos da sala de aula e aumentou os salários dos professores, principalmente no Norte e Nordeste.
No Planalto, Lula esqueceu o que dissera sobre o Fundef e “criou” o Fundeb, também sem pagar direitos autorais.
Lula e o PT se opuseram à Lei de Responsabilidade Fiscal, que acabou com a gastança de prefeitos e governadores. Ao assumir o Ministério da Fazenda, Antônio Palocci tratou de anunciar que respeitaria essa lei.
Lula e Palocci também anunciaram que haveria um prazo de dois anos para permitir a transição da política econômica de FHC para uma “política dos trabalhadores”. A política de FHC continua sendo executada até hoje, oito anos depois... E ainda acusam FHC de ser “neoliberal”...
Os petistas dizem que FHC quebrou o monopólio do petróleo. É mentira.
O monopólio passou para a competência da União e a Petrobrás ficou liberada para firmar parceria com empresas estrangeiras. Foi a atuação da Petrobrás com a British Petroleum e a portuguesa Galp que permitiu a descoberta do megacampo de Tupi e do petróleo do pré-sal.
O PT foi contra a privatização das telecomunicações. Com o monopólio da Telebrás, telefone era item de declaração obrigatória ao Imposto de Renda. Depois da privatização, o telefone celular anda no bolso até das faixas mais pobres da população. Hoje, existem mais celulares no país do que brasileiros...
O PT condenou, até com pontapés, a privatização da Vale do Rio Doce. Entre 1943, ano da fundação, e 1997, quando foi privatizada, a Vale investiu, em média, US$ 481 milhões por ano e teve lucro líquido de US$ 192 milhões. De 1998 até 2009, a CVRD investiu US$ 6,1 bilhões e teve lucro de US$ 4,6 bilhões. O recolhimento de impostos saltou de US$ 31 milhões para US$ 1,093 bilhão por ano.
Embora tivesse denunciado essas privatizações como “neoliberais”, Lula não mexeu nelas. Então, Lula também é neoliberal. Ah, na campanha de 2002, ele chegou a apontar a privatização da Embraer como modelo.
FHC saneou o sistema financeiro. Depois do Plano Real, grandes bancos perderam receita inflacionária e quebraram. FHC criou o Proer e restabeleceu a confiança dos depositantes.
Quando a crise internacional de 2008 bateu aqui, os bancos estavam saneados e não houve a quebradeira que aconteceu nos EUA e Europa.
Em 2008, Lula anunciou que mandaria uma cópia do Proer para ajudar a sanear os bancos dos EUA... De novo, não pagou os direitos autorais.
Lula extinguiu, em 2006, os mutirões criados por José Serra e que atendiam os mais idosos e pobres, operando-os de catarata, varizes, próstata, câncer de mama e colo de útero. A conseqüência foi a explosão dos casos de cegueira por catarata entre os brasileiros mais pobres. A fila de espera por uma cirurgia de catarata não é de menos de seis meses.
José Serra tem 40 anos de história. Foi presidente da UNE, quando ela era, ainda, a União Nacional dos Estudantes e não um covil de pelegos. Exilou-se no Chile, em 1964.
Foi secretário do Planejamento do governador Franco Montoro e coordenou a organização do plano de governo de Tancredo Neves.
Lula e o PT dizem que lutaram pela redemocratização. Eles mentem, de novo, pois ficaram contra a eleição de Tancredo Neves no colégio eleitoral.
Como deputado, Serra tirou do papel o FAT que, hoje, dá um oxigênio ao trabalhador que fica desempregado.
Ministro da Saúde, Serra criou os genéricos. Anunciou que as patentes de remédios não poderiam prevalecer sobre a saúde e conquistou o apoio da Organização Mundial da Saúde. Desde então, as patentes dos medicamentos podem ser quebradas em caso de risco de pandemias ou emergências. Serra multiplicou por 9 as equipes do Programa de Saúde da Família. Criou também os mutirões de saúde. E promoveu campanhas de vacinação para os idosos.
Já Dilma Rousseff faliu como dona de uma lojinha que vendia produtos a R$ 1,99 em Porto Alegre. Secretária das Finanças de Porto Alegre, deixou a Prefeitura falida, como denunciou o seu sucessor, Políbio Braga. Ministra das Minas e Energia, Dilma apagou do site do MME as realizações do Luz no Campo criado por FHC. Depois, “inventou” o Luz para Todos, também sem pagar direitos autorais. Escolhida candidata, indicou Erenice Guerra para substituí-la na Casa Civil. Erenice tratou logo de arrumar “bolsas-família” e confortáveis sinecuras para o maridão, os filhos, os irmãos, os cunhados, os namorados e as namoradas dos filhos e velhos amigos.
Votar nela é escolher Dunga – que nunca treinou um time de várzea – para ser o técnico da seleção brasileira. Deu no que deu.
Dilma é uma cristã-nova no PT. Vai ser refém de petistas como José Dirceu, que domina a máquina, foi o chefe do mensalão e não tem escrúpulos.
Dilma será uma nova Isabelita Perón que, ao suceder o marido, Juan Domingo Perón, como presidente da Argentina, na década de 70, não conhecia o país (vivera na Espanha) e nem o Partido Peronista. Tornou-se refém do ministro da Previdência, José López Rega, que era um fascista e iniciou uma guerra de extermínio contra os peronistas de esquerda. O país mergulhou numa guerra civil não declarada e na hiperinflação. Os militares deram um golpe e enfiaram a Argentina nas trevas da ditadura e da “guerra suja” das quais não se recuperou até hoje.
José Dirceu já percebeu as fraquezas de Dilma. Quando anunciou que a sua eleição seria o fortalecimento do PT, estava se candidatando a ser o López Rega de Dilma.
Torço para que Dilma e Dirceu não transformem o Brasil numa imensa Argentina.
Por isso, voto em José Serra e também peço seu voto para que salvemos o Brasil.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Palestra OAB MOGI
CONVITE
O Presidente da 17ª Subseção da OAB- Mogi das Cruzes e a Comissão de Direito Político e Eleitoral, convidam a Vossa Senhoria, para participar da Palestra;
“Eleições e Consciência Eleitoral”
Expositores: Dr. Olavo Aparecido Arruda D’ Câmara, Dr. Diego Cápua e Dr. Luiz David Costa Faria. Dia 24 de setembro de 2010, às 19h, Auditório da Casa do Advogado, Avenida Candido Xavier de Almeida e Souza, 175 – Centro Cívico
A sua presença é imprecindível para o brilhantismo deste evendo.
Atenciosamente
Marco Soares
Presidente
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Bate Papo com FHC na Rede Mobiliza: IMPERDÍVEL !!!
Hoje, 14/09/2010, às 18h. tem um super bate-papo com o ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso na Rede Mobiliza, você não pode deixar de perder, porque "O Brasil pode Mais".
Participe entrando no site: http://bit.ly/mobiliza
Participe entrando no site: http://bit.ly/mobiliza
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
El Gran Circo Brasil
Respeitável público... Começou o horário eleitoral gratuito na Rádio e Televisão!
A Democracia possibilita aos cidadãos, desde que preencham as condições definidas em lei, o direito de candidatarem-se aos cargos do Executivo, para administrar nosso País, Estados e Município, e do Legislativo, elaborando leis e fiscalizando a Administração.
Tal sistema possibilita que os mais diversos setores da sociedade busquem se organizar para conquistar seu espaço e lutar por seus direitos.
O horário eleitoral gratuito foi a forma encontrada para deixar que todos tenham direito a se apresentar ao eleitor, bem como a este o de conhecer os candidatos e suas idéias.
Entretanto, interessante ressaltar que a gratuidade do horário eleitoral somente se refere aos Partidos Políticos, que não pagam pelo tempo que ocupam as empresas de telecomunicação, estas, em realidade, tem seus custos devidamente compensados com abatimentos nos impostos que devem.
Logo, o ingresso para este verdadeiro picadeiro eletrônico é pago por todos nós contribuintes.
O conteúdo do espetáculo, na maioria das vezes, não fica no nível esperado, visto que, na busca do maior número de votos possíveis, a exposição de idéias é deixada em segundo plano e somos compelidos a assistir uma variada gama de cantores, atores, humoristas, esportistas, BBBs e outros famosos, em grande parte sem qualquer conteúdo ou propostas, em busca de conquistar seu voto com base somente em sua notoriedade.
A política, mesmo para os que não gostam dela, é responsável pelos nossos caminhos.
Assim, não podemos deixar que nos releguem ao papel de palhaço neste show, devendo escolher pessoas sérias e comprometidas para guiar nossa Nação, assumindo assim o lugar de mágicos, transformando nosso País em um lugar cada vez melhor.
A Democracia possibilita aos cidadãos, desde que preencham as condições definidas em lei, o direito de candidatarem-se aos cargos do Executivo, para administrar nosso País, Estados e Município, e do Legislativo, elaborando leis e fiscalizando a Administração.
Tal sistema possibilita que os mais diversos setores da sociedade busquem se organizar para conquistar seu espaço e lutar por seus direitos.
O horário eleitoral gratuito foi a forma encontrada para deixar que todos tenham direito a se apresentar ao eleitor, bem como a este o de conhecer os candidatos e suas idéias.
Entretanto, interessante ressaltar que a gratuidade do horário eleitoral somente se refere aos Partidos Políticos, que não pagam pelo tempo que ocupam as empresas de telecomunicação, estas, em realidade, tem seus custos devidamente compensados com abatimentos nos impostos que devem.
Logo, o ingresso para este verdadeiro picadeiro eletrônico é pago por todos nós contribuintes.
O conteúdo do espetáculo, na maioria das vezes, não fica no nível esperado, visto que, na busca do maior número de votos possíveis, a exposição de idéias é deixada em segundo plano e somos compelidos a assistir uma variada gama de cantores, atores, humoristas, esportistas, BBBs e outros famosos, em grande parte sem qualquer conteúdo ou propostas, em busca de conquistar seu voto com base somente em sua notoriedade.
A política, mesmo para os que não gostam dela, é responsável pelos nossos caminhos.
Assim, não podemos deixar que nos releguem ao papel de palhaço neste show, devendo escolher pessoas sérias e comprometidas para guiar nossa Nação, assumindo assim o lugar de mágicos, transformando nosso País em um lugar cada vez melhor.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Os Correios e a eficiência no setor público brasileiro.
A Carta de Pero Vaz de Caminha à Corte Portuguesa, escrita e remetida logo após o Descobrimento do Brasil, é tida como a Certidão de Nascimento de nossa Nação, o que demonstra a importância do setor das correspondências na história brasileira.
Logo após nossa independência foi instituído um serviço postal próprio e, já sob o cetro de Dom Pedro II, o Brasil foi o segundo País do mundo, em 1843, a realizar a emissão de selos postais, atrás somente do Reino Unido (1840), contando, também, desde aquela época com caixas de coleta de correspondências, corpo de carteiros, serviço de entrega domiciliar e os então vanguardistas serviços telegráficos de telecomunicações.
Em 1969, visando aprimorar e modernizar ainda mais o setor, foi criada a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos – ECT, conhecida junto à população em geral como os “Correios”, a qual sempre foi considerada como símbolo de eficiência e orgulho dentro dos serviços públicos brasileiros, tradicionalmente ineficazes e atrasados.
Entretanto, os recentes acontecimentos, com a demissão do Presidente da empresa em 28/07/2010, trazem à tona os nefastos efeitos do aparelhamento sindical-partidário dos cargos nas estatais, realizado pelo desgoverno petista, onde cargos técnicos são entregues a apadrinhados de aliados, incompetentes tecnicamente.
Relatórios internos do próprio Governo detectaram que os Correios vem apresentando crescente ineficiência na prestação de seus serviços por má gestão, ocasionando atraso na entrega de correspondências, falha na realização de concursos públicos e na licitação de agências franqueadas e a queda nos resultados financeiros, culminando a situação com o provável “apagão postal” que pode estar batendo às portas, com o vencimento no final de 2010 dos atuais contratos de franquia sem que haja substitutos para tais.
Muito se criticou o Governo de Fernando Henrique pelas privatizações que realizou, como, por exemplo, a da Usiminas, CSN e empresas de telecomunicações, mas, o que hoje se vê é que os setores e empresas privatizadas são exemplos de excelência em suas respectivas áreas, cumprindo suas funções econômicas e sociais, ao contribuírem para o crescimento nacional, gerando divisas, criando empregos e prestando serviços de qualidade.
Ao contrário, como no caso dos Correios, a ineficiência do setor público vem se tornando cada vez mais difundida, mesmo em setores que eram anteriormente de qualidade.
Independentes de públicos ou privados, o que realmente importa é que o serviços prestados à população sejam eficientes e de qualidade, o que não vem ocorrendo.
Não podemos nos dar ao luxo de quebrar o País para satisfazer o desejo de grupelhos políticos de se manterem no Poder, elegendo seu sucessor, ás custas da qualidade de vida de todo um povo.
Logo após nossa independência foi instituído um serviço postal próprio e, já sob o cetro de Dom Pedro II, o Brasil foi o segundo País do mundo, em 1843, a realizar a emissão de selos postais, atrás somente do Reino Unido (1840), contando, também, desde aquela época com caixas de coleta de correspondências, corpo de carteiros, serviço de entrega domiciliar e os então vanguardistas serviços telegráficos de telecomunicações.
Em 1969, visando aprimorar e modernizar ainda mais o setor, foi criada a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos – ECT, conhecida junto à população em geral como os “Correios”, a qual sempre foi considerada como símbolo de eficiência e orgulho dentro dos serviços públicos brasileiros, tradicionalmente ineficazes e atrasados.
Entretanto, os recentes acontecimentos, com a demissão do Presidente da empresa em 28/07/2010, trazem à tona os nefastos efeitos do aparelhamento sindical-partidário dos cargos nas estatais, realizado pelo desgoverno petista, onde cargos técnicos são entregues a apadrinhados de aliados, incompetentes tecnicamente.
Relatórios internos do próprio Governo detectaram que os Correios vem apresentando crescente ineficiência na prestação de seus serviços por má gestão, ocasionando atraso na entrega de correspondências, falha na realização de concursos públicos e na licitação de agências franqueadas e a queda nos resultados financeiros, culminando a situação com o provável “apagão postal” que pode estar batendo às portas, com o vencimento no final de 2010 dos atuais contratos de franquia sem que haja substitutos para tais.
Muito se criticou o Governo de Fernando Henrique pelas privatizações que realizou, como, por exemplo, a da Usiminas, CSN e empresas de telecomunicações, mas, o que hoje se vê é que os setores e empresas privatizadas são exemplos de excelência em suas respectivas áreas, cumprindo suas funções econômicas e sociais, ao contribuírem para o crescimento nacional, gerando divisas, criando empregos e prestando serviços de qualidade.
Ao contrário, como no caso dos Correios, a ineficiência do setor público vem se tornando cada vez mais difundida, mesmo em setores que eram anteriormente de qualidade.
Independentes de públicos ou privados, o que realmente importa é que o serviços prestados à população sejam eficientes e de qualidade, o que não vem ocorrendo.
Não podemos nos dar ao luxo de quebrar o País para satisfazer o desejo de grupelhos políticos de se manterem no Poder, elegendo seu sucessor, ás custas da qualidade de vida de todo um povo.
Assinar:
Postagens (Atom)




