quinta-feira, 9 de junho de 2016

O ALISTAMENTO ELEITORAL

O VOTO antes de ser um direito é um dever cívico, no dizer no ex-ministro do STF Carlos Mário Velloso, sendo o ALISTAMENTO o procedimento através do qual o cidadão, que reúne os requisitos legais, qualifica-se perante a Justiça Eleitoral, realizando sua inscrição junto a esta, e passa a integrar o universo de eleitores, apto então a votar.

Apesar de, a primeira vista, parecer um mero procedimento administrativo, o alistamento tem a natureza jurídica de um procedimento de jurisdição voluntária, onde cabe à Justiça Eleitoral deferir ou não o pedido, mediante a apresentação da documentação necessária (identificação civil, comprovante de endereço e realização da identificação biométrica).

Não faz coisa julgada material, pelo que não gera a preclusão.

Com referência ao domicílio eleitoral, o Código Eleitoral exige mero vínculo do indivíduo com a localidade onde pretende realizar a sua inscrição, podendo ser este patrimonial, trabalhista, político ou afetivo, diferentemente do domicílio civil, onde o Código Civil prescreve o requisito da residência com ânimo definitivo.

O alistamento é obrigatório aos brasileiros maiores de 18 anos e menores de 70 anos.

A Constituição de 1988 ampliou o prisma do eleitorado ao incluir os jovens entre 16 e 18 anos e os analfabetos como eleitores, facultativamente, o que já ocorria com os maiores de 70 anos.

Anteriormente, havia Resolução do TSE que determinava o cancelamento da inscrição eleitoral dos cidadãos maiores de 80 anos que não votassem por 3 eleições consecutivas, mas tal foi declarada inconstitucional quando julgado o Caso Risoleta Neves.

É vedado o alistamento aos estrangeiros, aos conscritos e aos que tiverem com seus direitos políticos suspensos.

Aos portugueses com mais de 3 anos de residência no Brasil, por tratado internacional, é reconhecido o direito ao voto.

Do seu indeferimento cabe RECURSO, por parte do eleitor, no prazo de 5 dias e do deferimento, por parte dos partidos políticos e do MP, no prazo de 10 dias, sendo os prazos contados da decisão que der publicidade ao ato, mediante publicação de edital no Cartório Eleitoral.

Ao alistável que completar 19 anos sem o cumprimento da obrigação estará sujeito à penalidade de multa, cujo não pagamento impedirá a obtenção de quitação eleitoral, objetando a emissão de CPF e passaporte, assumir cargo público e a contratação com o Poder Público.

Ninguém pretende que a democracia seja perfeita ou sem defeito. Tem-se dito que a democracia é a pior forma de governo, salvo todas as demais formas que têm sido experimentadas de tempos em tempos.

Winston Churchill


quinta-feira, 3 de março de 2016

Cursos Escola do Parlamento

Conheça os cursos que a Escola do Parlamento reservou para os meses de março e abril!
As inscrições serão abertas dez dias antes do começo de cada curso e estarão disponíveis no site da Escola (válidas até o preenchimento das vagas).



09/03 - DECIFRANDO AS PESQUISAS ELEITORAIS – Muitos eleitores desconhecem como as pesquisas de intenção de votos são feitas e o que os números, de fato, significam. Como elas são captadas e o quanto representam do cenário político durante as eleições municipais? Visando essa debilidade, o curso pretende destrinchar os termos técnicos, pontuando as diferenças entre pesquisas "qualitativas" e "quantitativas", situando-os destas ferramentas para que possam analisar de forma correta os resultados. O curso será dividido em quatro aulas, das 19h às 22h, todas as quartas-feiras do mês de março a partir do dia 09.

29/03 - DIREITOS FUNDAMENTAIS – Dando continuidade a parceria de sucesso entre a Escola do Parlamento e o Centro de Estudos Jurídicos (CEJUR) da Procuradoria Geral do Município de São Paulo, no mês de março será oferecido o curso Direitos fundamentais. Dividido em sete aulas, das 19h às 22h, o curso acontecerá todas as terças e quintas-feiras de abril, a partir do dia 29 de março, na Câmara Municipal de São Paulo.
A proposta é apresentar ao público os direitos e deveres fundamentais dos cidadãos, utilizando a linguagem simples para aproximá-los do conhecimento jurídico.

05/04 - GESTÃO DA INFORMAÇÃO PÚBLICA: DO IMPRESSO AO DIGITAL – O curso acontecerá todas as terças e quintas-feiras do mês de abril, somando um total de sete aulas, sempre das 09h30 ao 12h30. As aulas serão ministradas por docentes das principais universidades do Brasil, a fim de disseminar o conhecimento do gerenciamento de informações e técnicas arquivista, seja física ou eletrônica, e, também, frisar a importância da gestão e preservação para garantir à população o acesso a esses arquivos.


11/04 - FEDERALISMO E POLÍTICAS PÚBLICAS – A proposta do curso é apresentar a forma com a qual a organização federativa do Estado Brasileiro influencia diretamente no processo de criação, implementação e financiamento de políticas públicas, esclarecendo os alcances e os limites das iniciativas de cada esfera do Estado. As aulas serão as segundas e quartas-feiras a partir do dia 11 de abril, das 19h às 22h, na Câmara Municipal. 

Mais informações:

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

LUIZ DAVID – 2016 - pré-candidato à Vereador em Mogi das Cruzes.

Mas porque ser candidato à Vereador?

Somos pessoas de bem, e, assim, queremos não só o melhor para nós, mas sempre ajudar aos outros.

Pessoalmente, sempre pautei minha conduta de vida baseados em valores éticos que recebi de minha família, agindo de forma a transformar e melhorar nossa sociedade e o lugar no qual vivo.



Ainda criança, acompanhei o processo de redemocratização do Brasil, com o Movimento Diretas Já e a eleição de Tancredo Neves para Presidente, ocasião em que, apesar da idade, escrevi meus primeiros textos sobre o tema, sempre interessado em Política.

Assim, desde muito jovem, me engajei no movimento estudantil, em uma época em que ainda havia muito receio com relação a ação em tal área, depois de longos anos de proibição pela Ditadura Militar.

Participei do movimento cara pintada em 1992, na luta pelo impeachment de Collor e, motivado pelo sentimento de Justiça, iniciei meus estudos em Direito.




Durante todos estes anos participei e auxiliei movimentos populares e sociais, sempre buscando a maior participação da sociedade nas decisões e melhorias nas políticas públicas, com políticas sociais justas e inclusivas.

Atuante politicamente, nunca me omiti, mesmo em questões polêmicas, por ter certeza que a democracia se faz com o diálogo e embate de ideias e não temer contrariar interesses escusos.

Tive a oportunidade de atuar na Administração Pública Municipal de Mogi das Cruzes, onde adquiri profundo conhecimento do funcionamento da máquina pública, o que me proporcionou o convite para atuar na relevante função de Diretor de Negócios da Secretaria Estadual da Justiça e Defesa da Cidadania, onde atuei em importantes ações em prol da população de toda a população de São Paulo.

Agora, na condição de advogado militante, amparado no apoio de diversos amigos que conhecem nosso trabalho, experiência e forma de agir, vamos focar nossos esforços lutando à favor da população mogiana na Câmara Municipal.

O saudoso Franco Montoro dizia “ninguém mora na União, nem nos estados, mas nas cidades”, assim, a mudança nosso Brasil precisa e deve começar por nós, em nossas cidades, e para isso estarei colocando meu conhecimento e ideais para fazer de nossa Mogi das Cruzes uma cidade cada vez melhor, como merecemos!



Conto com seu apoio!



Vamos em frente sempre!



quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Feliz Natal!

Muito Obrigado a todos os queridos leitores e seguidores por participarem deste canal de compartilhamento de ideias e ideais! 

Novos desafios se descortinam e estamos caminhando a passos largos para a implementação de projetos há muito semeados.

Sejamos cada vez mais atores das transformações que queremos ver no mundo.

Que em 2016 a mudança se inicie à partir de cada um de nós em busca de uma sociedade mais justa e perfeita!

Um forte e carinhoso abraço!

"Adversidade? Não... Não me venham falar em adversidade. A vida me ensinou que, diante dela, só há três atitudes possíveis: enfrentar, combater e vencer!" (Mário Covas)