sexta-feira, 22 de abril de 2011
Aos dissidentes do PSDB que se dizem relegados fica a reflexão:
Democracia é quando eu mando em você, ditadura é quando você manda em mim.
-- Millôr FernandesFrases, poemas e mensagens no
http://pensador.uol.com.br
terça-feira, 19 de abril de 2011
A Bronca do Rosalvo nos vereadores do PSDB
Uma bela manifestação à favor do PSDB e que teve o resultado de causar a saída dos falsos tucanos, verdadeiros pinóquios, do PSDB! Estes senhores já haviam mostrado que não defendiam a bandeira do Partido! Que sejam seguidos por todos oportunistas e politiqueiros!
Em Mogi o PSDB, como sempre, já mostrou sua posição:
http://www.moginews.com.br/materias/?idmat=90870&idedito=1&ided=1175
sexta-feira, 18 de março de 2011
Terremoto Partidário Brasileiro
O Prefeito de São Paulo, a maior cidade de nosso País, Gilberto Kassab, comunicou ao Presidente Nacional do Democratas - DEM sua saída do Partido.
O final de uma novela cujo final todos já sabiam, com a fundação de um novo partido, o PSD - Partido Social Democrata, cujo nome original seria PDB - Partido Democrático Brasileiro, o qual foi abandonado em razão de a imprensa em geral haver utilizado a sigla, pejorativamente, como Partido da Boquinha, uma alusão a ser a fundação de um novo partido uma das válvulas de escape à regra da fidelidade partidária, imposta pelo TSE por meio de seus julgamentos.
Enquanto os olhos da imprensa se grudam nesta nova agremiação, até pela importância de seu principal ator, um grupo de empresários e profissionais insatisfeitos com os rumos da política brasileira, notadamente com a oposição ao Governo petista, se movimenta para fundar uma agremiação que defenda os seu interesses, denominada Partido Novo.
O Partido Novo (http://novo.org.br/) é presidido por João Dionísio Amoêdo, integrante do conselho de administração do Itaú BBA e o vice-presidente da sigla é Marcelo Lessa Brandão, do grupo BFFC (Bob"s, KFC, Pizza Hut), e já se chegou a cogitar que por trás de tal articulação estaria o mega-empresário Eike Batista, o que foi desmentido por este e pelos integrantes da legenda.
Sob o mote de "O partido político que nasce sem políticos", os fundadores da agremiação admitem já terem gasto até o momento com a fundação do partido a quantia de R$ 400 mil, mostrando o poderio financeiro dos envolvidos na iniciativa.
Com um ideário que prega uma administração aos moldes empresarias, em contraposição à política tradicional, mas baseado no poder econômico, este pode ser mais um tsunami na política brasileira, ou simplesmente um marolinha.
Devemos esperar o final dos tremores para ver onde vão se localizar as diversas ilhas e arquipélagos partidários em nosso mapa.
O final de uma novela cujo final todos já sabiam, com a fundação de um novo partido, o PSD - Partido Social Democrata, cujo nome original seria PDB - Partido Democrático Brasileiro, o qual foi abandonado em razão de a imprensa em geral haver utilizado a sigla, pejorativamente, como Partido da Boquinha, uma alusão a ser a fundação de um novo partido uma das válvulas de escape à regra da fidelidade partidária, imposta pelo TSE por meio de seus julgamentos.
Enquanto os olhos da imprensa se grudam nesta nova agremiação, até pela importância de seu principal ator, um grupo de empresários e profissionais insatisfeitos com os rumos da política brasileira, notadamente com a oposição ao Governo petista, se movimenta para fundar uma agremiação que defenda os seu interesses, denominada Partido Novo.
O Partido Novo (http://novo.org.br/) é presidido por João Dionísio Amoêdo, integrante do conselho de administração do Itaú BBA e o vice-presidente da sigla é Marcelo Lessa Brandão, do grupo BFFC (Bob"s, KFC, Pizza Hut), e já se chegou a cogitar que por trás de tal articulação estaria o mega-empresário Eike Batista, o que foi desmentido por este e pelos integrantes da legenda.
Sob o mote de "O partido político que nasce sem políticos", os fundadores da agremiação admitem já terem gasto até o momento com a fundação do partido a quantia de R$ 400 mil, mostrando o poderio financeiro dos envolvidos na iniciativa.
Com um ideário que prega uma administração aos moldes empresarias, em contraposição à política tradicional, mas baseado no poder econômico, este pode ser mais um tsunami na política brasileira, ou simplesmente um marolinha.
Devemos esperar o final dos tremores para ver onde vão se localizar as diversas ilhas e arquipélagos partidários em nosso mapa.
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